Cursor

modo

Apoio ao cliente +351 960000128

Fale Connosco

algarve webdesign faro webdesign

Marketing Digital Janeiro, 2026

Lojas Online PrestaShop: criar, escalar e vender com controlo

Luís Horta, Especialista em Marketing Digital

Escrito por Luís Horta

Leitura 10 minutos

lojas online prestashop

Escolher a plataforma para a sua loja online é um bocado como escolher o motor do seu negócio. No início, tudo parece funcionar. Mas quando começam a chegar visitas a sério, encomendas, campanhas, pedidos de apoio, devoluções e picos de tráfego… é aí que se percebe se escolheu bem ou se escolheu apenas “o mais fácil”.

Se chegou até aqui, há três hipóteses muito prováveis:

  • Está a pesquisar lojas PrestaShop porque quer uma solução mais profissional.
  • Está a procurar criação de lojas PrestaShop e quer perceber se compensa investir.
  • Está a comparar opções e procura uma agência de criação de lojas online PrestaShop, mas quer evitar conversa bonita e resultados fracos.

Neste artigo, vamos desmontar o PrestaShop com calma, comparar com Shopify, WooCommerce (WordPress) e OpenCart, e explicar o que realmente interessa para uma loja vender: performance, confiança, SEO e conversão.

lojas online prestashop

1. O que é o PrestaShop e por que é tão procurado

O PrestaShop é uma plataforma de e-commerce open-source. Em português simples: a base do software pode ser instalada num servidor, personalizada e adaptada ao seu negócio. Não é uma plataforma “alugada” em que tudo vive dentro das regras de um fornecedor e de um plano mensal.

Uma analogia rápida:

  • SaaS (ex.: Shopify): hotel pronto a habitar. Rápido, confortável, mas manda quem gere o hotel.
  • Open-source (ex.: PrestaShop): casa sua. Dá mais trabalho a construir e manter, mas o ativo é seu e o controlo também.

O motivo de tanta gente pesquisar “lojas PrestaShop” é simples: o PrestaShop foi pensado de raiz para vender online. E isso nota-se em áreas que fazem diferença quando a loja começa a crescer:

  • catálogo, categorias e subcategorias
  • variações e combinações (tamanho, cor, modelos, packs)
  • promoções e regras comerciais
  • carrinho e checkout
  • gestão de encomendas, clientes e stock
  • integrações (pagamentos, envios, faturação, marketing)

A plataforma em si não faz milagres. Mas dá-lhe uma base sólida para construir uma operação de e-commerce sem estar constantemente a “inventar soluções”.

2. Para quem o PrestaShop faz sentido

Vamos ao mais importante: o seu caso real.

PrestaShop é uma excelente escolha se:

  • quer um e-commerce com escala (dezenas, centenas ou milhares de produtos)
  • tem catálogo com variações e regras (cores, tamanhos, packs, descontos por quantidade)
  • quer campanhas a sério e uma loja preparada para épocas fortes (Natal, promoções, saldos)
  • precisa de controlo técnico sobre performance e SEO
  • quer integrar pagamentos, transportadoras e processos de faturação de forma profissional

PrestaShop pode não ser a melhor opção se:

  • vai vender muito pouco e quer apenas “pôr no ar” rápido, sem plano de crescimento
  • não quer lidar com manutenção e prefere pagar mensalidade para ter tudo gerido por uma plataforma
  • o seu negócio é sobretudo conteúdo e a loja é apenas um complemento (aqui Wordpress WooCommerce pode encaixar bem)

O erro clássico é escolher pela moda, pelo amigo, ou pelo “barato”. A escolha deve ser feita pela operação: catálogo, logística, marketing e crescimento.

3. PrestaShop vs Shopify

O Shopify é, muitas vezes, o atalho que faz sentido: escolhe-se um tema, instala-se meia dúzia de apps, liga-se um método de pagamento e a loja está a funcionar.

Shopify tende a ser excelente quando:

  • quer lançar rápido e testar o mercado
  • não quer gerir servidor, atualizações e segurança
  • prefere previsibilidade e conveniência, aceitando custos recorrentes

PrestaShop tende a ganhar quando:

  • quer um ativo mais “seu”, com maior controlo sobre estrutura e dados
  • quer personalização profunda sem depender de apps para tudo
  • quer evitar ficar preso a limitações do plano, do template ou do ecossistema

A decisão aqui é muito simples: rapidez agora vs controlo e independência a longo prazo.

4. PrestaShop vs WooCommerce

O WooCommerce é um plugin do WordPress. E o WordPress nasceu para conteúdos: páginas, blog, artigos, captação orgânica por SEO editorial.

WooCommerce faz muito sentido quando:

  • o seu motor de marketing é conteúdo (blog, páginas de serviço, landing pages)
  • a loja é pequena ou média e quer flexibilidade WordPress
  • já tem um site WordPress e quer adicionar e-commerce sem recomeçar

PrestaShop tende a ser mais confortável quando:

  • o e-commerce é o centro da operação (catálogo, regras, logística, campanhas)
  • o projeto vai crescer e precisa de uma estrutura nativa de loja
  • quer separar com clareza a operação da loja (o “motor”) da comunicação (o “conteúdo”)

WooCommerce pode ser excelente, sim. Mas quando o projeto cresce, a diferença está menos na marca da plataforma e mais na execução técnica: servidor, cache, plugins bem escolhidos, e arquitetura sem “penduricalhos”.

5. PrestaShop vs OpenCart

O OpenCart é conhecido por ser leve e simples. Para projetos pequenos e diretos, pode ser suficiente.

OpenCart pode encaixar bem se:

  • tem uma loja simples, com pouca complexidade
  • quer algo funcional e leve, sem grandes regras e sem muito “aparato”
  • não precisa de integrações e automações mais exigentes

PrestaShop costuma ganhar quando:

  • precisa de mais profundidade e mais opções de configuração de loja
  • quer um ecossistema mais forte de módulos e soluções à volta da plataforma
  • pretende crescer e não quer trocar de plataforma daqui a um ano

Se o seu e-commerce é para levar a sério, o critério não deve ser “qual é mais simples hoje”, mas sim “qual aguenta melhor o meu negócio amanhã”.

6. PrestaShop vs Magento (Adobe Commerce)

O Magento, hoje conhecido como Adobe Commerce, é muitas vezes referido como o “peso pesado” do e-commerce. E é verdade: é uma plataforma extremamente poderosa. Mas poder não significa adequação para todos os negócios.

Quando o Magento faz sentido

O Magento encaixa sobretudo em cenários muito específicos:

  • operações de grande escala, com milhares ou dezenas de milhares de produtos
  • equipas técnicas internas ou orçamento confortável para outsourcing contínuo
  • regras de negócio muito complexas (B2B avançado, múltiplos catálogos, pricing dinâmico por cliente, integrações pesadas com ERP)
  • empresas que veem o e-commerce como um sistema corporativo, não apenas como um canal de vendas

Onde o Magento costuma falhar para PMEs

Apesar da sua robustez, o Magento tem custos e exigências que afastam muitos projetos:

  • curva técnica elevada (não é plataforma “amigável” para gestão diária sem formação)
  • custos de desenvolvimento e manutenção altos
  • necessidade de servidores potentes (e caros)
  • tempo de implementação mais longo
  • qualquer ajuste simples tende a ser mais caro do que noutras plataformas

Em muitos projetos, o Magento resolve problemas que o negócio ainda não tem… mas cria outros bem reais desde o primeiro dia.

Onde o PrestaShop ganha vantagem

O PrestaShop posiciona-se de forma muito mais equilibrada:

  • oferece robustez suficiente para a maioria dos e-commerces profissionais
  • é mais acessível em termos de custos de implementação e manutenção
  • permite crescimento gradual sem exigir uma estrutura técnica pesada desde o início
  • é mais fácil de gerir no dia a dia por equipas pequenas ou médias

Veredicto prático

  • Magento faz sentido para grandes operações, com orçamento, equipa e necessidades corporativas claras.
  • PrestaShop é, na prática, a escolha mais racional para a maioria das empresas que querem uma loja online profissional, escalável e sustentável, sem entrar numa complexidade desnecessária.

Em e-commerce, a melhor plataforma não é a mais poderosa. É a que resolve o seu problema atual e aguenta o crescimento sem o asfixiar.

7. PrestaShop e o mercado português

Em Portugal, o cliente compra com hábitos específicos. E uma loja que ignora isso perde conversão.

Pagamentos que o cliente usa mesmo

Uma loja pode ter bom design e bons produtos, mas se o pagamento não inspira confiança, o cliente desiste. Ter métodos familiares e um checkout simples faz diferença.

Envio e tracking sem dores de cabeça

O envio não é um detalhe. É parte da experiência. Uma loja profissional precisa de:

  • opções claras de entrega
  • custo e prazo transparentes
  • comunicação de encomenda consistente

Multi-idioma com intenção real

Se quer vender para fora, precisa de:

  • tradução a sério (não só “trocar texto na frente”)
  • páginas de produto e emails transacionais coerentes
  • estrutura de URLs bem pensada para não criar duplicados em SEO

Quando a loja deixa de ser “um site” e passa a ser uma operação, o PrestaShop tende a encaixar muito bem.

8. O que envolve a criação de uma loja PrestaShop

Muita gente acha que criar uma loja é instalar e publicar. A instalação é a parte fácil. O difícil é tornar a loja rápida, confiável, vendável e sustentável.

8.1. Alojamento e performance

No e-commerce, velocidade é dinheiro. A base inclui:

  • servidor adequado ao catálogo e tráfego
  • cache bem configurada
  • imagens realmente otimizadas
  • base de dados limpa e bem gerida

8.2. Tema e design orientado a conversão

Um tema bonito que é pesado pode matar a performance. O ideal é:

  • identidade consistente com a marca
  • foco em confiança (provas sociais, contacto visível, políticas claras)
  • navegação simples
  • produto sempre fácil de comprar

8.3. Checkout sem fricção

A maior parte das lojas perde dinheiro aqui. Um checkout eficaz tem:

  • poucos passos
  • campos mínimos
  • opções claras de pagamento e envio
  • informação de custo total cedo (sem surpresas no fim)

8.4. Módulos: curadoria em vez de coleção

O maior erro em PrestaShop é instalar módulos a mais, duplicados ou fracos. Resultado:

  • conflitos
  • erros no checkout
  • lentidão
  • dores de cabeça em atualizações

8.5. Produtos e categorias: SEO e vendas começam aqui

O “conteúdo” numa loja não é só blog. É sobretudo:

  • páginas de categoria com texto útil e intenção de compra
  • fichas de produto com descrição humana, clara e completa
  • imagens otimizadas e com alt text
  • informação prática (envio, devolução, garantia) sem o cliente ter de procurar

9. SEO para “lojas prestashop” e “criação de lojas prestashop”

Se quer aparecer no Google para termos como:

  • lojas prestashop
  • criação de lojas prestashop
  • agência prestashop
  • agência de criação de lojas online prestashop

… há duas camadas essenciais.

Camada 1: SEO técnico e estrutura

  • performance (Core Web Vitals)
  • controlo de duplicados (filtros, parâmetros, paginação)
  • canonical bem configurado
  • sitemap e indexação limpos
  • breadcrumbs e arquitetura de categorias coerente
  • dados estruturados quando aplicável (produto, breadcrumbs, organização, FAQ)

Camada 2: Conteúdo com intenção comercial

O Google valoriza páginas que respondem a dúvidas reais, por exemplo:

  • "PrestaShop vs Shopify”
  • “PrestaShop vs WooCommerce”
  • “quanto custa criar uma loja PrestaShop”
  • “migrar loja para PrestaShop”

O segredo não é repetir a keyword. É resolver a intenção do utilizador com clareza, exemplos e estrutura.

10. Erros comuns que arruínam uma loja

Se quiser evitar perdas de tempo e dinheiro, foge destes erros:

  • Imagens pesadas em todo o site (a loja fica lenta e cai a conversão).
  • Tema “bonito mas pesado” cheio de scripts e efeitos que ninguém pediu.
  • Módulos a mais para tentar resolver tudo com mais uma instalação.
  • Checkout longo com campos inúteis e passos desnecessários.
  • Categorias sem texto e produtos com descrições copiadas do fornecedor (não vende e não rankeia).
  • Políticas confusas (envio, devolução, garantias) que deixam o cliente inseguro.
  • Sem manutenção: versões antigas, risco de falhas e incompatibilidades.

Uma loja online não morre por falta de funcionalidades. Morre por falta de foco: performance, confiança e simplicidade.

11. Quanto custa criar uma loja PrestaShop

O custo de criação de lojas PrestaShop depende do que a sua loja precisa para vender bem. E o preço muda muito com:

  • número de produtos e complexidade do catálogo
  • design e nível de personalização
  • integrações (pagamentos, envios, faturação, automações)
  • migração de dados de outra plataforma
  • multi-idioma e estrutura internacional
  • SEO técnico e onpage na base

Uma loja barata pode “existir”. Mas uma loja profissional precisa de ser um sistema: rápido, confiável, bem estruturado, e preparado para crescer.

12. Quando vale a pena contratar uma agência

Pode montar uma loja sozinho? Pode. A pergunta útil é: o seu trabalho é vender e crescer ou gerir tecnologia?

Uma agência especializada em PrestaShop pode trazer:

  • performance e estabilidade (menos surpresas)
  • funil e checkout pensados para conversão
  • integrações com faturação, pagamentos e logística
  • segurança, backups e plano de manutenção
  • acompanhamento quando a loja cresce e as exigências aumentam

Uma loja não precisa de “mais coisas”. Precisa de decisões certas, implementadas com método.

13. Criação de lojas PrestaShop com a Webfarus

Na Webfarus, a criação de uma loja PrestaShop não é “um site com produtos”. É um projeto com método:

  • planeamento do catálogo e categorias (pensado para SEO e navegação)
  • design focado em confiança e conversão
  • performance (imagens, cache, servidor, limpeza técnica)
  • integrações essenciais (pagamentos, envios, faturação)
  • base SEO (técnico + onpage)
  • suporte e evolução (porque a loja não acaba no dia do lançamento)

Se está a procurar criação de lojas PrestaShop e quer uma base sólida, o primeiro passo é perceber o seu catálogo, objetivos e requisitos reais. Antes de escolher a plataforma, escolhe-se a estratégia.

FAQ

O software base é open-source, mas uma loja profissional tem custos associados, como alojamento, domínio, tema (se premium), módulos e implementação técnica.

Depende do objetivo. O Shopify é mais rápido de lançar e mais simples de gerir sem conhecimentos técnicos. O PrestaShop oferece mais controlo, personalização e independência a longo prazo.

O WooCommerce encaixa bem quando o marketing é centrado em conteúdo e o WordPress já é a base do site. O PrestaShop faz mais sentido quando o e-commerce é o centro do negócio e a loja vai crescer em catálogo e operações.

É uma boa base para SEO, desde que seja bem configurado. Performance, controlo de duplicados, estrutura de categorias, páginas úteis e conteúdo de qualidade fazem toda a diferença.

Os dois contam. A performance impacta diretamente abandono e conversão. O design influencia confiança. O ideal é equilíbrio: uma loja visualmente apelativa, mas rápida e leve.

Sim. Atualizações, backups, segurança e testes de compatibilidade fazem parte da manutenção normal de uma loja saudável e segura.

É possível migrar produtos e categorias e, em muitos casos, clientes e encomendas. O cuidado principal é preservar a estrutura e o SEO, sobretudo os URLs.

A plataforma aguenta bem catálogos grandes, mas o desempenho depende do servidor, cache, otimização e qualidade do tema e dos módulos utilizados.

Checkout simples, custos transparentes desde cedo, métodos de pagamento familiares, boa performance no mobile e sinais claros de confiança ajudam a reduzir abandonos.

Quando quer uma loja preparada para crescer, com performance, SEO técnico, integrações e acompanhamento contínuo. Uma implementação bem feita evita retrabalho e perdas por erros comuns.

Fale Connosco

Apresente-nos a sua ideia ou o seu projeto